quarta-feira, janeiro 28, 2009

Meu Primeiro Post Móvel

Baixei um tal de LifeCast para o iPhone na esperança de poder usar mais o blog, mas digitar textos longos nele é um saco. Quem agradece são meus amigos, pois nestes serei obrigado a ser mais objetivo.
Agora ninguém segura o Marcel blogueiro móvel!


Posted with LifeCast


quarta-feira, janeiro 21, 2009

Marcel emplacando em revista americana

Agora sim sou oficialmente chique!

Ao ler uma matéria na MacWorld, popular revista americana dedicada aos assuntos relativos à Apple, discordei da opinião deles e enviei uma carta (email). Qual não foi minha surpresa ao abrir a revista ontem na hora de dormir e ver que meu texto tinha sido publicado!

Claro que eles picotam do jeito que querem, mas mesmo assim achei muito legal! E ainda foi o primeiro texto da seção de cartas.


A revista comentava que o iPod Classic, aquele com disco rígido, deveria sair de linha em breve. O que eu argumentei é que esse iPod não deveria nunca ser descontinuado, por uma série de razões, a principal delas sendo que o iPod foi feito originalmente pra gente escutar música. E bastante música. Esse negócio de vídeo e aplicações não quer dizer nada para a grande maioria das pessoas que compra um iPod. Por isso essa versão Classic deveria existir para sempre: permite que coloquemos lá toda a nossa coleção (tá bom, pra mim não toda, mas enfim, tudo que realmente é significativo), e possamos escutar qualquer música a qualquer hora. 

Para fundamentar minha opinião, apresentei outros argumentos, que não foram publicados. Segue o texto original da carta em inglês. Digam se concordam comigo ou não.
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Subject: Classic Rocks!

Hi Jason,

It's my first time writing to MacWorld and I have to say thanks for doing a great job through all these years.

I just wanted to express my opinion about the iPod Classic: we need it. It cannot die. Quite a few of us don't need expensive large touch screens or fast and small solid state drives. I will tell you why:

1. My music collection is rather big. I still haven't been able to consolidate it to a single volume, but I would guess it would not fit in a 500GB drive. How can you pick only 16GBs of it to have it with you?
2. I don't want to be spending time every day to choose what I want to listen to. It is too time consuming to delete and add stuff all the time, and I have more things to do. I want to have the works of my preferred artists always with me.
3. No matter how bigger the flash or solid state drives get, there will always be a hard disk 10 times larger for less money. In a music player, would take capacity over size and speed every day of the week.
4. Some people were waiting for a hard disk iPod with a Touch screen. Can you imagine what kind of battery this thing would need? No, the Classic does not need a touch screen. The click wheel is genius.
5. The price can be kept down. Apple has the Classic format and architecture nailed down, just keep adding larger disks as they become available and that's it. With very little R&D and marketing costs, the product line can be kept forever, with of course a smaller production than the new models.
6. I can always have two or more iPods, there's an iPod for each application. I currently own the Classic for my main collection, the Nano for workouts and the iPhone. If am flying I just load a movie or two in the iPhone. But of course, each of them costed me under 300 bucks.

That's why I think Macworld should help us Classic lovers and publish our thoughts. By the way, when Apple launched the new 120GB iPod, I rushed and bought a 160GB old stock for a discount. I hope this is not my last Classic. Classic Rocks!

If you decide to publish this letter, feel free to slice and dice it. If not, thanks for listening anyway!

Marcel Ribas

sexta-feira, janeiro 16, 2009

Home of the Brave

A última frase do hino norte-americano é "home of the brave", ou seja, terra dos bravos.

Hoje vi um filme com Samuel L. Jackson e Jessica Biel com esse nome. Peguei pois achava que se tratava de um filme de guerra, e já que eu estava sozinho hoje à noite, seria bem legal.

Mas me enganei: era um filme de pós-guerra. Conta a história de algumas pessoas que estiveram no Iraque e voltaram, todos sequelados física e emocionalmente.

Interessante, pois mostra como a guerra é realmente estúpida. Mas que eu queria ver um filme de guerra, eu queria. :)

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Esportes

Os EUA são realmente o país dos esportes. Enquanto no Brasil a gente gosta mesmo é de futebol, aqui eles dividem a preferência entre vários esportes. Os mais populares são o futebol americano, o basquetebol, o beisebol e o hóquei no gelo.

Esta semana eu tive duas experiências muito legais com estes esportes. Segunda fui com mais 10 conhecidos a Dallas ver um jogo da NHL, a liga profissional de hóquei no gelo. Era o time da casa, o Dallas Stars, contra o Detroit Red Wings. O jogo foi sensacional, com todos os ingredientes do hóquei, brigas, jogadas sensacionais, e a tão temida prorrogação com "morte súbita". O jogo terminou 5x4 para os Stars.

E hoje cheguei em casa do treino de handebol (já explico) e estava passando um jogo da NBA, a liga de basquetebol, entre os Los Angeles Lakers e os San Antonio Spurs, aqui em San Antonio (1h30 de carro). Nós fomos ver esse mesmo jogo ano passado nos playoffs e como hoje, os Lakers perderam. Mas foi um jogaço, o Lakers estava perdendo por 11 pontos e passou na frente no último quarto, mas acabou perdendo por um ponto, por causa de uma "andada" (travelling) de um tal de Ariza. Todos os craques jogando muito bem: Ginobili, Duncan, Parker, Bryant, Fisher, Odom.

Então, no país dos esportes, arrumei um time de handebol pra jogar. Chama-se Austin Rockstars e é formado na maior parte por europeus que vivem aqui. Os americanos conhecem um outro "handball" que é como se fosse um tênis jogado sem raquetes, com as mãos. O que a gente joga no resto do mundo aqui tem que ser chamado "Olympic Handball". Alguns americanos estão treinando com a gente, e é bem legal, pois podemos ensiná-los o esporte. Nós treinamos num centro recreativo de uma comunidade de periferia aqui de Austin, e precisa ver que ginásio profissional! O aspecto interessante é que os frequentadores do centro param para olhar esse esporte estranho e acham divertido. Neste fim de semana teremos um amistoso com o time de Houston, que vem jogar aqui.

Até mais! Ah, as malas chegaram!

Volta às aulas!

Quando eu era criança, a volta das férias era um evento. Livros e cadernos novos. A mãe comprava material para encapá-los lá no Busch, e eu adorava o cheirinho daquelas capas. Depois era aquela expectativa para ver quem é que estaria na sua sala naquele ano. Sem preço!

Agora voltei das férias e não foi nem um pouco tão legal. Melhor mesmo era ficar com a galera no happy hour no Solopizza da Lagoa. Isso sim é vida!

Pelo menos a gente tem a Internet pra tentar ficar junto virtualmente. Isso não tinha quando eu estava na 4a. série.

Abraços!

PS.: Minhas malas ainda não chegaram

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Neve em Austin, Ronaldo, blogs e férias

Ontem nevou aqui em Austin de noite! Foi muito estranho, pois até o meio-dia fazia cerca de 27 graus Celsius, de noite fez -1 e nevou! Nunca tinha visto neve aqui em Austin, quando nevou ano retrasado eu estava viajando.
Foi bem fraquinha, daquelas que bate no chão e vira água. Mas é muito frio e úmido. Graças a Deus temos aquecedor. Já imaginou as pessoas que moram na rua?

Ainda bem que eu não me estresso mais com futebol, mas Ronaldo ir jogar no Corinthians é de chorar em alemão, como diz o Fafá. O que não faz o dinheiro...

Outro dia vi na TV uma matéria sobre as pessoas que ganham dinheiro com seus blogs, sendo "blogueiros" no Brasil. Achei o máximo! Pena que eu não tenho tempo para ler todos os blogs interessantes que existem por aí. Acho que o blog é mais uma terapia para quem escreve do que algo indispensável pra quem lê. Parabéns aos que conseguem ganhar dinheiro com isso! Normalmente a gente paga (e caro) um terapeuta quando precisa. :)

Faltam apenas 10 dias para irmos ao Brasil. Vai ser bom fugir desse frio e pegar uma prainha, ver os amigos, churrasquinho e cerveja. Ah, precisa dizer que estarei de férias? Nem acredito!

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Que legal!

Pois eu não sabia que tinha tantos leitores! Entrei sem querer no meu blog (estava querendo postar algo no System106) e tinha quatro comentários!

A Ju comentou que estão querendo comprar o iPhone. Já que não é a primeira vez que me perguntam isso, vou explicar aqui. O iPhone 3G pelos maravilhosos 199 dólares é só na loja da Apple ou da AT&T, você tem que assinar contrato de 2 anos, com o seu Social Security Number, e ele vem bloqueado para uso somente na AT&T. Se você não quiser o tal contrato de dois anos, tem que pagar mais 400 dólares, mas o telefone só sai dali habilitado e continua bloqueado para uso somente na AT&T. A única diferença é que você pode cancelar o plano a hora que quiser.

Ou seja, com o dólar a R$2,50, um iPhone 3G não sai por menos de R$1.500,00, e você ainda vai ter que pagar alguém para desbloqueá-lo no Brasil. Então pode ser que valha mais a pena comprar direto da Claro ou da Vivo, pagar em 12x, etc. A outra opção é tentar comprar um iPhone primeira geração no eBay. Estes são encontrados até desbloqueados e por preços bem mais acessíveis. Como você pode atualizar o software para o 2.2, as únicas diferenças em relação ao modelo novo são a velocidade de Internet e o fone de ouvido que tem que ser o da Apple pois os outros não cabem na entradinha. 

Ila, o Figueira tá ganhando, agora falta o Atlético e/ou o Náutico ajudarem... Se o Náutico não tivesse virado aquele jogo, estaríamos na boa. Agora quero ver todo mundo torcendo pro Mengão ganhar do Atlético e pro Figueira ganhar do Inter, e teremos dois times de SC na Série A ano que vem. Tenhamos fé!

Coelho, que frio cara! Tá curtindo a França? Eu ainda não conheço a Europa, um dia eu vou... Hoje estou no sul da Califórnia, mais especificamente Santa Monica. Flashback... vivi quase 30 anos no Santa Mônica mesmo!

Estou em reuniões com a Red Bull, meu principal cliente. A sede mundial deles é na Austria e a sede americana é aqui na California. O escritório deles é muito massa, só vendo. Ótima empresa para se ter como cliente.

Oi Grá, também quero saber notícias de vocês. Será que nos encontramos no Natal? Estaremos em Fpolis do dia 21 de dezembro ao dia 10 de janeiro.

Beijos e abraços a todos!

sexta-feira, novembro 21, 2008

O inverno chegou no Texas

Bem-vindos ao post anual do blog do Marcel... :)
É quase isso mesmo! Agora estou vendo a novela A Favorita (capítulos atrasados) e daqui a pouco vou jogar bola. Estamos jogando a liga Over-30, é bem mais legal do que as outras. Estamos invictos com seis vitórias e hoje jogaremos contra o outro time que também está invicto. Os dois já estão classificados para a final que será semana que vem, então a princípio hoje o jogo não vale nada. Mas é sempre bom fazer um exercício.
Esta semana foi muito legal: vimos a Madonna em Houston, depois recebemos a visita da Isa e do Sandro, minha prima e o marido, que terminaram aqui no Texas uma turnê que fizeram nos EUA. Foi uma maratona de compras, mas foi muito jóia. Depois de volta ao trabalho, consegui resolver diversos assuntos, e hoje tivemos o Thanksgiving Dinner (Lunch) do nosso escritório. Além do peru, muita comida boa, cada um levou um acompanhamento ou uma sobremesa. Ontem o Figueira ganhou, e também foi aniversário do Rodrigo, amigo novo daqui, jantamos no PF Cheng's, ótimo restaurante.
Este fim de semana promete ser calmo, nenhuma festa de aniversário pra ir. Vou aproveitar e colocar algumas coisas em ordem, ver se finalmente termino de instalar a cesta de basquete que ganhei da Gi, e é claro, ver Cruzeiro e Flamengo.
E agora finalmente esfriou por aqui. Semana que vem tem Thanksgiving, feriado e é claro Black Friday.
Um post nada filosófico, mas serve, não?

quarta-feira, setembro 10, 2008

Programadores Rock Stars

A primeira vez que eu fui à Lotusphere (congresso da IBM), em 2000, eu achei muito estranho que a cada anúncio de produto ou funcionalidade novos, os "geeks" e "nerds" batiam palmas e gritavam. Pensava eu: "Ué, não fazem eles (IBM) mais do que a obrigação, porque esses caras estão assim tão empolgados?". Pensei que devia ser uma coisa de americano.

O tempo passou e hoje, assistindo a apresentação que a Apple fez ontem, dos novos iPods, vendo que o mesmo comportamento acontecia, cheguei a uma conclusão: programadores são rock stars!

Gritar, bater palmas, vestir a camisa, são coisas que antes eram reservadas a nossos ídolos do esporte ou da música. Hoje, várias pessoas têm como ídolos os programadores, ou as empresas para as quais eles trabalham.

E faz sentido: qual é a diferença entre pagar 250 dólares por um iPod e pagar 250 dólares por um ingresso de um artista que você gosta? Os dois vão lhe trazer entretenimento. Por que comprar uma camiseta do artista é normal e comprar uma da empresa que você admira não é?

Artistas hoje são empresas. Depois da queda das vendas de CDs e gravações, eles tiveram que arrumar outras formas de renda. Daí vieram os mega concertos, o merchandising, etc. Madonna é tão empresa quanto Apple.

Agora entendo: estas pessoas que batem palmas para Steve Jobs quando ele anuncia um novo produto, estão manifestando seu apreço pelas pessoas que produzem os produtos que lhes trazem entretenimento, produtividade no trabalho, e consequentemente melhor qualidade de vida. Perfeitamente normal.

Assim como a música dos nossos ídolos nos faz mais feliz, esses aparelhinhos também. Logo, as pessoas que criam essas coisas que tornam a nossa vida mais agradável, são todos gênios. De Eddie Van Halen até os programadores da Apple.

quinta-feira, maio 15, 2008

Coisas do mundo moderno: exploração de trabalho infantil


Hoje fiquei sabendo que a número 1 do ranking mundial de tênis, a belga Justine Henin, se aposentou. Sabe quantos anos ela tem? Vinte e cinco!

Será que foi por causa de contusões? Não, ela está em perfeita forma, era inclusive a favorita para o próximo torneio de Grand Slam. O que será que aconteceu?

Claro que cada um é cada um, ela deve ter suas razões. Mas isso é um efeito de um fenômeno do esporte de hoje: a competitividade desde o berço. Essa menina joga tênis há vinte anos. Quem não gostaria de se aposentar após vinte anos fazendo a mesma coisa?

Provavelmente não foi uma escolha sua, mas de seus pais que a colocaram no esporte, e a fizeram trabalhar desde cedo. Isso é exploração de trabalho infantil, a meu ver. Esses garotos muito jovens que começam a treinar profissionalmente ginástica olímpica, tênis, e outros esportes, são simplesmente explorados pelos seus pais.

É lindo vermos menininhas de 12 anos fazendo piruetas num ginásio lotado, mas a que preço? Estamos forçando os limites do corpo humano, fazendo sofrer as estruturas que ainda nem estão formadas. Claro que todo pai gostaria de ver seu filho ou filha brilhando no esporte. Mas vamos com calma!

Por isso quem está certa é Justine. Agora que ela já conquistou medalha de ouro olímpica, dinheiro, fama, tudo o que seus pais desejavam, e que inconscientemente passou a ser o que ela própria achava que desejava, ela pendurou as raquetes. Parabéns Justine! Agora você está livre para fazer o que quer. Pena que a infância e a adolescência você perdeu... mas ainda há tempo para ser feliz!

segunda-feira, abril 14, 2008

Coisas do mundo moderno: o fone bluetooth

Vou iniciar uma nova categoria de posts chamada "Coisas do Mundo Moderno". Infelizmente não tenho muito tempo pra discorrer sobre elas, então vou somente chamar a atenção para os assuntos, fiquem à vontade para colocar seus comentários, discordando ou concordando.

O assunto de hoje é o fone de ouvido bluetooth para celulares. Este acessório praticamente define uma geração de trabalhadores, juntamente com o Blackberry. E aqui nos EUA isso fica bem mais gritante. Essa geração que não pode perder tempo e está sempre conectada.

O objetivo principal deste acessório é permitir ao seu usuário falar ao telefone sem precisar segurá-lo, em especial quando se está dirigindo. Assim como quando passamos a utilizar o telefone celular, o uso do fone bluetooth mudou todo um comportamento com o qual estávamos acostumados.

Quando se via uma pessoa segurando uma caixinha junto ao ouvido, nosso comportamento já se adaptava à situação: não lhes dirigíamos a palavra, procurávamos não fazer barulho para não atrapalhar, e já esperávamos que a pessoa ia falar em voz alta em breve.

Mas agora, com esse fone, tudo muda. Você está esperando um elevador, ao lado de uma pessoa, e de repente ela fala bem alto, sozinha, ao seu lado. Já aconteceu com vocês algo parecido? Completamente inesperado, pois você não viu a pessoa com a mão no ouvido!

Hoje aconteceu um outro efeito desse fenômeno, bem engraçado. Estou num shopping em Dallas trabalhando na praça de alimentação conectado no Wi-Fi, quando vejo de longe no outro andar uma moça andando pra trás e pra frente, falando sozinha e gesticulando. Parecia aqueles doidos de hospício. O fato de eu estar longe e não escutar ela falando tornou o episódio ainda mais ridículo.

Já passou por situações parecidas? Comente! Eu por enquanto sigo evitando o tal acessório... já testei mas não me adaptei. Prefiro segurar o telefone mesmo, e assim sinalizar o que está acontecendo aos que estão ao meu redor.

quarta-feira, abril 02, 2008

Fenerbahçe 2 x 1 Chelsea

Por que o futebol apaixona? Porque ele é como a vida... você erra e sempre tem a chance de aprender e fazer direito, se redimir. Escutei isso da comentarista Mili Lacombe da TV Record.

Assisti pelo Slingbox a Fenerbahçe (Turquia) vs. Chelsea (Inglaterra). Torço para o Fener por causa de meu ídolo Zico. Alegrou a minha tarde ver a virada contra o Chelsea, e ver o Deivid (assim mesmo que se escreve), brasileiro, fazer um gol contra e depois marcar o gol da virada, de longe, um golaço!

Tenho uma certa antipatia pelo Chelsea, primeiro porque não gosto muito do futebol inglês, segundo porque aqui nos EUA, quem gosta de futebol só curte o futebol inglês, e por último porque tem um time que joga contra a gente na liga indoor que se chama Chelsea, e nos ganhou várias vezes. Só vencemos uma em que eles não tinham reservas pra trocar. Então é Fenerbahçe neles!

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Apple Mighty Mouse? (Em busca do mouse perfeito parte I)

Tenho um Apple Mighty Mouse Wireless há algum tempo. Usava em casa com o meu Mac Mini, para coisas sem urgência, como gravações de áudio, edições de vídeo e navegação pela Internet. Agora usando o MacBook Pro todo dia no trabalho, me pareceu lógico passar a usá-lo junto, com a interface Bluetooth, coisa e tal. Mas me irritei.

Pra quem não associa o nome à pessoa, Mighty Mouse é o nome em inglês do nosso querido Super Mouse, do desenho animado. O mouse da Apple infelizmente não faz juz ao nome. 

Venho do mundo Windows, viciado no botão direito do mouse. No MacOS tem muita coisa legal que você pode fazer com os menus de contexto (os menus que aparecem quando você clica com o botão direito), principalmente as ações que você executa nos programas que estão no Dock.

O Mighty Mouse tem a função do botão direito, mas só tem um botão físico. Eles desenvolveram um sistema que percebe se você está clicando do lado direito ou do lado esquerdo do grande botão. Devem ter gastado milhões com isso. Só que o sistema considera um dos lados como default (no meu caso o esquerdo) e só considera um clique direito quando você retira o dedo indicador da parte esquerda e clica somente com um dos outros dedos na parte direita. Estranho não? Ou seja, você tem que retirar um dos dedos do mouse e clicar com o outro dedo para que o clique direito funcione. O resultado é que muitas vezes eu tenho que clicar duas, três vezes até que consiga o clique direito.

A bolinha (ao invés da rodinha) no meio é muito legal, permite rolar documentos para cima, para baixo e para os lados. Mas os botões laterais... de chorar. Para acionar a função, você tem que apertá-los ao mesmo tempo. Só que eles ficam na parte de baixo do mouse, e são um pouco duros. Você acaba tendo que meio que levantar o mouse da mesa pra poder executar o clique. Acabo nem usando.

A Apple faz muita coisa certa, mas também pisa na bola algumas poucas vezes. Esta foi uma delas. O impressionante é que eles não esboçam nenhuma forma de melhorar nesta área por enquanto. 

Uma excelente review deste mouse está em:
http://www.mezzoblue.com/archives/2006/08/24/mighty_mouse/
Devia ter lido antes de comprar... :)

Iniciei uma busca pelo mouse perfeito para mim. Tem que ser Bluetooth, pois não tenho muita porta USB sobrando. Aguardem outros posts sobre o assunto.

Voltei!

Tem muita coisa que eu gostaria de comentar com alguém e que acabo não tendo oportunidade. Lembrei então desse blog. Era no início uma vontade de ir contando as nossas aventuras pela América. Mas depois ficou parado.

Vou reativá-lo agora com o objetivo de compartilhar pensamentos. Como eu já tenho um blog só sobre música, esse aqui vai ficar para os outros aspectos da minha vida: família, religião, sociedade, política, tecnologia, esportes, etc. 

Vamos ver se dá certo!

Abraços a todos!

terça-feira, julho 31, 2007

É, infelizmente não deu Jamaica

O juiz brasileiro deu uma forcinha para o Equador, marcando um pênalti na linha da área, e eles venceram. Tudo bem, futebol é assim mesmo. Mas deu gosto de ver a Jamaica jogando.

O saldo do Pan foi bastante positivo para o Brasil. De 29 ouros no último Pan, saltamos para 54, e ficamos a apenas 5 ouros de Cuba. Ficamos no detalhe. Se o vôlei feminino conseguisse vencer as provocações das cubanas, se o juiz cubano (naturalizado estadounidense) não estivesse arbitrando a decisão do João Gabriel no judô, e se o basquete feminino tivesse conseguido vencer a seleção universitária dos EUA, teríamos alcançado Cuba no número de ouros e como teríamos mais pratas, alcançaríamos o segundo lugar geral. Muito bom!

sexta-feira, julho 27, 2007

Jamaica, man!

Onde foi que chegamos?
Equador x Jamaica na final do futebol masculino dos Jogos Panamericanos.
Os dois azarões no Maracanã. Me lembrou a final do Campeonato Brasileiro de 1985: Coritiba x Bangu.
O país do reggae vai virar o país do futebol nas Américas. Pra cima deles Jamaica!

domingo, julho 22, 2007

Testa-de-ferro

Assistindo a novela Paraíso Tropical ouvi eles usarem a expressão "testa-de-ferro". Nossa, sempre quando escuto isso, me lembro de um livro que li quando devia estar ainda na quarta série do primário. Não lembro do nome nem do autor. Mas da outra vez que quis me lembrar de algo antigo, como a música de Tarauata, escrevi aqui no blog e, não sei como, alguém achou e me disse quem cantava.
A história se passa acredito que em 1970, por causa das referências à Copa do Mundo. Era a história de alguns garotos em Brasília que se envolviam com altos segredos do Governo Federal. No livro, os Testas-de-Ferro eram durões agentes do SNI, que procuravam manter a estabilidade da ditatura militar. Pensando bem, não sei como é que tal livro era permitido em 1980 ou 81. Eles passavam por túneis secretos, fugiam dos Testas-de-Ferro, era uma leitura muito divertida. Gostaria muito de encontrar esse livro de novo.
Se você souber de que livro estou falando, por favor deixe um comentário!

quarta-feira, julho 18, 2007

Tragédia

Poucas vezes eu fiquei tão afetado com uma tragédia como nesta do vôo 3054 da TAM. Viajo de avião toda semana. Isso para mim virou tanta rotina a ponto de eu nem perceber quando o avião decola ou pousa, entretido com leitura, quebra-cabeças ou mesmo cochilando. De repente me coloquei na situação, de perder um ente querido assim de forma estúpida e brusca. Nossa, que tragédia para o nosso povo. Ao ver as imagens dos gaúchos no aeroporto Salgado Filho, ouvindo pelo rádio os nomes dos passageiros, foi impossível não chorar. Antes mesmo li na Internet a história de um rapaz que perdeu a esposa... bem parecida com a minha, eles ainda não tinham filhos, estavam planejando. Isso faz a gente repensar a vida e reconsiderar várias vezes se vale a pena ficar cruzando o mundo nesses aviões. Minhas preces vão para as famílias dos acidentados.

terça-feira, julho 17, 2007

What games?

No Brasil, maior comoção com o Pan do Rio, não se fala em outra coisa. Os EUA como sempre estão liderando o quadro de medalhas.
Aqui nos EUA, ninguém nem sabe que os jogos estão acontecendo! As TVs não noticiam, ninguém fala do assunto. Eu resolvi fazer uma pesquisa. Perguntei para três americanos em lugares diferentes se eles estavam sabendo que os Jogos Panamericanos estavam funcionando. Nenhum deles disse que sabia!
Enquanto escrevo isto, o Brasil acabou de ganhar deles, pela primeira vez na história, no revezamento nado livre 4x200m masculino. Para nós, feito histórico. E eles nem aí.

quinta-feira, julho 12, 2007

Bill Clinton

Hoje estive no William J. Clinton Presidential Center, em Little Rock, capital do estado do Arkansas. Estava dando um treinamento num cliente, a Alltel, operadora de celular, e como este acabou mais cedo, resolvi aceitar a sugestão de Jeff, gerente de projeto, e visitar o centro.
Foi uma aula de história. Além de contar toda a trajetória de Clinton, os seus dois mandatos são muito bem documentados. Clinton foi um presidente bastante preocupado com o resto do mundo (ao contrário desse que está aí). E como entre 1993 e 2000 muitas coisas importantes aconteceram no mundo moderno, não somente nos EUA, no museu pode-se relembrar e aprender bastante sobre esse período.
Logo na entrada se vê o carro presidencial, uma limousine Cadillac, adaptada para esse propósito. No primeiro andar se tem um filme com a história de Bill Clinton, estações sobre vários aspectos da administração, como a preocupação com o meio ambiente, a amizade dele com lideres como Nelson Mandela, o trabalho da primeira dama, o apoio às minorias, e também um painel para cada ano dos seus mandatos, contando os acontecimentos mais importantes. No segundo andar, além de uma réplica do salão oval, há uma exposição dos presentes que eles receberam, e das recepções festivas.
De quebra, no subsolo há um excelente restaurante, o Café 42, referência ao fato de Clinton ser o 42o. Presidente dos EUA. Na saída, conversei com uma das funcionárias que foi criada na Costa Rica. Ela me contou que depois da construção do centro, Little Rock tem recebido visitantes de todas as partes do mundo. Foi muito bom para a economia da cidade. E é claro, passei na Clinton Museum Store e gastei um dinheirinho.
Se um dia você passar por Little Rock, não deixe de visitar o Clinton Presidential Center.